sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Palavras Soltas


Sopros(1)
O ético jurista defensor das leis do condado
pegou no funil, pôs-se aos gritos
pensando que o ouviam.
Mordendo a própria língua,
enquanto defendia a qualidade do não nado
evento, mas apenas sonhado...
Tenta numa tirada e põe-se a falar do que não sabe,
enquanto me invado de orgulho
por merecerem tanta preocupação
as minhas palavras ditas...aos deuses outros!
Continuo a defender o outro evento enterrado,
e com o tempo pedirei a sua exumação...
Gente havia, sempre houve a ouvir o dó ré mi.
Talvez na Vila não...
Mas se a culpa era do ausente
porque a presente é que levou no pêlo...?
Afinal há quem manipula, que se manipula,
mas as escritas dos manipulados sempre
dão jeito, nem que seja para defender
o adiamento do novo lugar santo...
Chove...a água escorre...as paredes novas
já velhas choram...
O centro sem alma, desmorona-se.
Não há rasgo mas rasgões.
A mesma tentativa de ocultar a face
dos responsáveis...
Erga-se um novo espaço,
surja uma nova luz.
E acabe-se o que se começou...
O frio enregelava-me a alma...
Rostos sorriam de insegurança e nervoso miudinho...

Afinal à minha terra já chegou a banda larga.
Ainda não há tocadores mas aqui e ali,
em poucos lugares, já há "Wirelless(?)"!
Quem o demonstrou foi o Gil,
e os coitados dos "malandros"
não terão chão condigno no chão
onde o novo regedor teima
inaugurar um reino sem
"malandros".
Para onde vão?
Como reinseri-los?

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