
Anibal Gonçalves
Minha terra
que encerras
tantas fontes!
Oh, Serra de Bornes
Qual Marão meditador,
quando te vejo
és meu canto embalador.
Rumo em direcção
ao nosso mundo.
Vejo a gente a labutar,
arados, enxadas, jeiras,
romarias, enrugados montes...
Oh, Trás-os-Montes,
terra rude e franca
que me encantas
e embebedas
e enrijeces com nevadas
minhas frontes!...
Poema de João Manuel Sampaio*, do livro "Rude (A)gosto no olhar". Edição da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães, 2000.
que encerras
tantas fontes!
Oh, Serra de Bornes
Qual Marão meditador,
quando te vejo
és meu canto embalador.
Rumo em direcção
ao nosso mundo.
Vejo a gente a labutar,
arados, enxadas, jeiras,
romarias, enrugados montes...
Oh, Trás-os-Montes,
terra rude e franca
que me encantas
e embebedas
e enrijeces com nevadas
minhas frontes!...
Poema de João Manuel Sampaio*, do livro "Rude (A)gosto no olhar". Edição da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães, 2000.
Sempre ouvi falar muito desta terra: Trás-os-Montes.
ResponderEliminarE quando leio um poema assim tão cheio de amor ao lugar, delineia-o, descortina-o ainda mais lindo na minha retina cansada de poluição.