quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Respigámos...com a devida vénia!

6 Comentários, do nosso colega Pensaransiaes...à nossa peça sobre o orçamento...adorei ler e aqui vão...os leitores do OADECA apreciem e vejam como vai animada a vida autárquica...nas novas décadas nada será como dantes...a negligência dos políticos de Carrazeda de Ansiães será denunciada para bem das pessoas...

Sem desculpas nem álibi

O Passado já foi!!! O futuro é já aí...


"Anónimo disse...
E a envolvente à volta do NICHO DE SANTA ÁGUEDA nossa PADROEIRA que se encontra tão desprezado,não é comtemplado?.
Bem necessário era que olhasem para aquele lugar.

Qua Dez 30, 03:19:00 PM

Anónimo disse...
E se arrancassem aqueles arbustos que se encontram plantados na Rua Adelino Amaro da Costa em pleno passeio?.É que quem quiser passar por exemplo com um carrinho de bébé tem que circular pelo asfalto com todos os riscos que daí podem advir.
ISTO É SÓ UM ALERTA.

Qua Dez 30, 03:30:00 PM

Anónimo disse...
Que eu saiba "clara rejeição" é votar contra e não dizer nim, abstendo-se... O problema é a falta de propostas alternativas que ficou bem claro nesta assembleia, por parte da oposição 8entre aspas também)!

Qua Dez 30, 05:01:00 PM

Anónimo disse...
Só pode dizer que não houve propostas alternativas da oposição, nesta assembleia, quem não esteve lá. E quem não sabe, é como quem não vê. Aconselho este anónimo a assistir à próxima sessão da assembleia municipal, uma vez que ela é pública. Só assim poderá emitir opiniões válidas. Assim, não é justo fazer demagogia barata e irresponsável.
JL

Qua Dez 30, 11:19:00 PM

Anónimo disse...
Abstenção é a pior das votações ! Significa não saber, não poder ou não querer e por isso não conta para nada. E o mais curioso é que todos têm opinião, todos contestam, todos opinam.... para quê?! Pessoalmente para mostrarem que tudo sabem, que tudo podem.... Politicamente para não serem culpados da falta de execução de obras.... Temos um Executivo enfraquecido e que se vê confrontado com uma Oposição prepotente e maldosa... uma Oposição que conhece na perfeição as dificuldades financeiras da Autarquia porque são, na maioria, co-responsáveis na gestão da Câmara, pelo menos nos últimos 10 anos. É de lamentar o comportamento dos perdedores das últimas Autárquicas, porque contribuir para o bem da nossa Terra não é só fazer.... é também deixar fazer. BOM ANO!

Qui Dez 31, 10:11:00 AM

Anónimo disse...
Deixar fazer. Posto nestes termos este executivo tem a oportunidade de:
-mostrar que conhece os problemas do concelho (tem essa obrigação).
-que tem soluções (foram anunciadas na campanha),
-e com as verbas existentes (que todos conheciam) fazer melhor.
O caminho está livre, pode implementar os seus projectos (não há impedimentos) e no fim os resultados vão dar razão a quem a tiver. Que ganhe Carrazeda.
O executivo tem legitimidade que ninguém discute.
É assim que deve ser e assim será.
Sem desculpas, nem álibi.
Se a oposição fosse cega e destrutiva, quem perdia: o concelho e as suas gentes.

Qui Dez 31, 01:55:00 PM "

Outros Ecos: Plano e Orçamento da Câmara Municipal de C. de Ansiães


Carrazeda aprova orçamento de 18 milhões de euros para 2010


"O Plano e Orçamento da Câmara de Carrazeda de Ansiães para 2010 foi aprovado em Assembleia Municipal com 16 votos a favor da bancada da coligação PSD/CDS-PP e 20 abstenções das bancadas socialista e independente.

Um orçamento de 18 milhões de euros que prevê a conclusão de algumas obras que já estão iniciadas e a construção de equipamentos desportivos na vila.


“Contempla essencialmente o centro cívico, o centro escolar, a requalificação do fundo da vila, a Avenida Camilo Mendonça, o pavilhão gimnodesportivo e um polidesportivo” adianta o presidente da Câmara, José Luís Correia, acrescentando que há ainda “a repavimentação de algumas das estradas do concelho que já se encontram num estado deplorável e também a ampliação do cemitério da vila”.


João Gonçalves, líder do grupo municipal da coligação de direita, explica o voto favorável.

“É o orçamento possível dadas as circunstâncias que neste momento o limitam e por isso nós seguimos o sentido de voto que os vereadores da oposição tiveram na reunião de câmara” afirma.


Albino Gomes, líder dos membros independentes na Assembleia Municipal de Carrazeda, apresentou uma declaração de voto onde é justificada a abstenção.

“Este plano e orçamento é uma continuação de outros e isto não traz desenvolvimento nem mais-valias para a população” refere, salientando que por outro lado “também temos de dar uma oportunidade a este executivo de demonstrar as suas capacidades e relançar o concelho para os novos desafios que se aproximam e por isso não queremos ser uma força de bloqueio”.


Pelo mesmo diapasão afinou a bancada do PS. “O orçamento deveria virar-se mais para a criação de riqueza e postos de trabalho” afirma o líder da bancada socialistas, João Rodrigues, realçando que “esse tem de ser o objectivo e os líderes dos partidos políticos são dessa opinião, incluindo o PSD e aqui em Carrazeda não se tem feito nada nesse sentido”.


Este primeiro Plano e Orçamento do novo executivo da Câmara de Carrazeda de Ansiães passou na Assembleia Municipal com a abstenção de toda a oposição, que está em maioria.

Uma sessão que durou quase sete horas, o que quase constituiu um facto histórico, dado que ao longo dos últimos anos as sessões de Assembleia Municipal, que começam às 10 horas da manhã, terminaram sempre antes do almoço, algumas tendo durações de hora e meia."
Escrito por CIR/Escrito por Brigantia, Sim 31-12-2009 09:25

BOM FINAL DE ANO

Na Nova Zelândia já Vivem em 2010...

Na Nova Zelândia o ano de 2010 já chegou: Era meia-noite quando em Portugal eram 11 horas da manhã.

A Austrália, que terá a sua meia-noite às 13h,de Lisboa, já realizou um primeiro espectáculo de fogo-de-artifício antecipado, que iluminou o porto de Sidney às 21h, hora local,quando em portugal eram 10h da manhã.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Respigámos...com a devida vénia!

Lá como Cá Por Cima...

"TOMAR: UMA SOCIEDADE AMORFA, HABITUADA A QUE TUDO POR ELA DECIDÍSSEM

A realidade tomarense apresenta-se com grandes contrariedades económicas e sociais. Tomar depende do funcionalismo público, mas num tempo de simplificação de serviços, é uma dependência com poucas probabilidades de sucesso. Os grandes empregadores são neste momento a autarquia e os ministérios da defesa, da saúde, da educação e do ensino superior. Todos estes organismos terão como provável tendência a redução de funcionários.
Por outro lado, é muito difícil que nasçam crianças num concelho como o nosso, que os jovens abandonam em busca de melhores paragens. Deverá por isso haver uma redução acentuada do número de alunos e no caso do ensino superior esta situação obrigará porventura a uma contracção de equipamentos. Até que ponto saberá e terá capacidade o "nosso" politécnico para sobreviver ?
É urgente percebermos que Tomar definha todos os dias. Difíceis são os tempos que o concelho atravessa e que pouco têm a ver com a crise que cruza o mundo. Poucas abertas se vislumbram para o nosso futuro, num mundo cada vez menos proteccionista e mais competitivo. Uma sociedade amorfa, habituada a que tudo por ela decidíssem, o concelho de Tomar deu-se mal com a democracia. O amorfismo perdurou e congelou-nos num orgulho vão e bacoco. No mínimo, durante as duas últimas décadas, nunca a autarquia soube ser liderante, aglutinadora e inspiradora. Tem agido sem planos, sem estratégia, sem capacidade de orientar a comunidade. Nunca soube indicar o caminho e agravou as dificuldades com o aumento da despesa e da dívida, pagando obras espúrias e insensatas.

E aqui estamos agora, com uma autarquia pesada, desorganizada, enferrujada, sem filosofia conceptual, e hipotecada, que terá como primeira grande missão corrigir os erros cometidos, sabendo que alguns não têm correcção possível.
A obtenção de fundos comunitários não pode ser um fim em si mesmo, porque obrigam ao comprometimento de verbas próprias e consequentemente do endividamento. A câmara de Tomar terá de arrepiar caminho e definir quanto antes um rumo, claro para todos.
Este é o ponto de partida. Agora há que definir de vez onde, como, porquê e com quê, queremos chegar enquanto comunidade.
Por Tomar e com os tomarenses !
Após a leitura do texto acima, muitos leitores pensarão, como habitualmente, que estou a ser demasiado duro com os nossos autarcas, e que esta dureza resulta de um doentio comportamento de mau perdedor. Alegarão até que as sucessivas maiorias PSD podem ter cometido alguns erros, mas globalmente têm tido actuações positivas. Caso contrário, os socialistas não teriam assinado um acordo de coligação, que os vai comprometer irremediavelmente na presente e futura gestão laranja.
Pois quem assim pensou, pensou mal ! O referido texto é uma condensação do discurso de Hugo Cristóvão, presidente dos socialistas locais, líder da bancada, deputado municipal e signatário do tal acordo de coligação. Foi lido na recente sessão da Assembleia Municipal, perante a indiferença geral, podendo ser consultado no seu blogue algures aqui por quem eventualmente tenha dúvidas.
Como se pode constatar, ainda a procissão não saiu sequer da igreja e já os rosas dizem cobras e lagartos dos seus parceiros, com toda a pertinência, refira-se de passagem. A citada peça parece-nos um excelente diagnóstico, quiça incompleto, das maleitas locais, focando até parte do que não deve ser feito. Com esta corajosa intervenção política, que não teríamos qualquer reserva em subscrever, fica agora a faltar apenas a indicação da indispensável terapêutica. E aí é que a porca torce o rabo. Basta lembrar que, na mesma sessão, os socialistas votaram em bloco com os laranjas contra a moção em defesa da Janela do Capítulo, cuja limpeza foi decidida em Lisboa, como sempre. Para quem tinha, pouco antes, criticado com palavras duras "uma sociedade amorfa, habituada a que tudo por ela decidíssem", não está nada mal, não senhor ! E mostra uma grande coerência política ! Digo eu... "
Publicada por Sebastião Barros em 12/28/2009 09:14:00 PM

Fonte Blog Tomar a Dianteira.

Respigámos... com a devida vénia!

Barragem do Tua dá que Falar!
"Bragança: Bloco de Esquerda acusa EDP de "mentir"
A direcção do Bloco de Esquerda de Bragança acusa a EDP de mentir e de ir contra a Declaração de Impacte Ambiental da barragem do Tua. É que a declaração impõe à EDP que encontre uma alternativa de mobilidade, incluindo estudo de viabilidade de construção de um novo troço de linha de ferrovia, caso avance com a construção da futura barragem.
A EDP já anunciou que não vai apresentar nenhuma proposta, prevendo-se assim que fiquem submersos 16 quilómetros de linha.
Depois da reacção dos autarcas, a direcção do BE de Bragança emitiu hoje um comunicado opondo-se "veementemente" contra o encerramento compulsivo da Linha:

"O Bloco de Esquerda vem desta forma opor-se de forma veemente a este encerramento compulsivo e alertar as populações para os inevitáveis prejuízos para o país, a região e os seus habitantes
A Linha do Tua garante um inegável serviço público de transporte no acesso ao Porto (via linha do Douro) e a Mirandela, podendo tornar-se uma via estruturante e fundamental para a região se for garantida a reabertura da Linha do Douro até Barca de Alva, bem como uma futura ligação a Sanábria em Espanha e tornar-se um importante pólo de dinamização turística se for modernizada a sua estrutura ferroviária e dimensionada para esta vertente. Todos conhecem a importância de bons serviços públicos de transportes para economizar custos energéticos e a importância fundamental e estratégica do transporte ferroviário.
A construção da barragem pressupõe ainda a destruição de um património paisagístico ímpar integrado na área classificada pela Unesco como Património da Humanidade, assim como uma via-férrea a todos os títulos notável da engenharia portuguesa que integra, junto de Foz-Tua, a primeira ponte ferroviária construída por Eiffel no nosso país.
A inundação do vale do Tua acarreta também a submersão das terras que são o sustento de muitos agricultores e não será a troco de qualquer indemnização que se apagará em definitivo o prejuízo agrícola e ambiental de todo o vale para as gerações presentes e futuras.
A população de Trás-os-Montes e Alto Douro sabe que não retirou qualquer proveito das barragens construídas no Douro e continuam a ter um abastecimento eléctrico deficiente, com contínuas interrupções e com um custo eléctrico do Kw bem superior às populações vizinhas de Espanha.
A estrutura do Bloco de Esquerda de Trás-os-Montes e Alto Douro apela a toda a população e especificamente à responsabilidade dos autarcas dos concelhos afectados pela barragem para que unam esforços e não deixem destruir com ligeireza uma herança impar que a natureza e o trabalho dos nossos antepassados nos deixou, a troco de um pseudo-progresso que só contribui, sobremaneira, para aumentar os lucros da EDP e dos seus gestores em detrimento dos altos interesses do país e da região transmontana".
publicado por India às 17:06, in Diário de Bragança,blogsapo

Exposição de carrinhos de rolamentos

Está patente no Mercado Municipal de Bragança uma exposição de carrinhos de rolamentos chatos e alterados, construídos por crianças e adolescentes. Merecem uma visita..
Quem não se lembra dos escorregas e dos carrinhos? jms



Respigámos...com a devida vénia!

Tua: Barragem não prevê nova linha
Ontem
EDUARDO PINTO

"Plano de mobilidade não contempla solução ferroviária alternativa e a solução passa por estradas.

A EDP não vai apresentar nenhuma proposta para construir uma nova linha férrea entre Foz-Tua e a zona da futura barragem, em Carrazeda de Ansiães. A alternativa ao troço inundado será o transporte rodoviário.

A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) que permite à EDP construir uma barragem hidroeléctrica junto à foz do rio Tua também a obriga a encontrar uma alternativa de mobilidade, incluindo o estudo da viabilidade de construção de um novo troço de ferrovia. É que os últimos 16 quilómetros da Linha do Tua vão ficar debaixo de água, impedido definitivamente o metro de Mirandela de fazer a ligação à Linha do Douro.

A empresa tem até Julho do próximo ano para apresentar ao Governo o projecto da barragem, bem como todas as soluções para as exigências da DIA. Apesar de ainda não haver nada de definitivo, Paulo Vasconcelos, da EDP produção, diz que "o projecto não vai contemplar a construção de uma nova linha ferroviária".

Durante um debate sobre os impactos da barragem na região abrangida, realizado em Carrazeda de Ansiães, aquele responsável adiantou que a proposta para o transporte quotidiano, entre Foz-Tua e Brunheda vai ser feito "em autocarro e táxi", sendo que está a ser considerada a possibilidade de utilizar transportes não poluentes. Da Brunheda a Mirandela poderá perfeitamente voltar a ser utilizado o metro, dado que esse troço não sofrerá qualquer alteração por causa da barragem.

Para efeitos turísticos, a proposta deverá passar por um transporte em autocarro até um cais a ser criado na margem do concelho de Alijó. A partir dali recorre-se a um barco para fazer a travessia do vale do Tua até um outro cais a criar na Brunheda, onde se poderá apanhar o comboio até Mirandela.

Entre os presentes duvidou-se das intenções da EDP e da sua ideia de abandonar, logo à partida, a possibilidade de construir um novo caminho-de-ferro numa cota superior à albufeira. Pedro Vasconcelos reagiu sublinhando que "seria impossível vencer os 100 metros de altitude de diferença entre a Estação de Foz-Tua e o paredão da barragem (cerca de dois quilómetros). A ser a uma opção, uma nova linha ferroviária "teria de ir para o concelho de Alijó e voltar para o de Carrazeda, obrigando à construção de duas novas pontes". Tendo em conta que se vai trabalhar numa zona "sensível" e os "elevados custos financeiros" de tal empreitada, o responsável frisou que "uma nova linha inviabilizaria o projecto da barragem".

O presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães, José Luís Correia, é favorável à construção da barragem do Tua, mas também gostaria de manter a linha de comboio. Por isso, recomendou à EDP: "Vamos lá ter imaginação!" Acredita que com boa vontade será possível encontrar uma solução para construir uma nova via-férrea alternativa aos 16 quilómetros que vão ser inundados e ligá-la ao troço não atingido. "Nem que seja através de um sistema de elevação. É que não tem muita piada interromper a ligação à linha do Douro".
Fonte:JN

NOTA:Afinal Presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães é a favor da construção da Barragem...espera-se agora que perante a EDP e o Estado, saiba defender com alma os interesses do Concelho e das pessoas...ficámos à espera para ver....