domingo, 7 de fevereiro de 2010

A Fábula do Porco Espinho

GRANDE VERDADE...


Para refletir (ler fábula abaixo).













Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.

Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.

Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha:

Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.

Moral da História

O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.

Fonte:Recebido por email



































sábado, 6 de fevereiro de 2010

Belezas Transmontanas...


Zedes, Carrazeda de Ansiães, ribeiro com água corrente.



Grandais, Bragança, o verde do Inverno...
Aproveite...e contemple o belo! JMS

O Executivo Camarário não desconhece!Que foi feito para desviar as águas?

Cemitério Municipal (novo)
É urgente desviar as águas pluviais e não só...


Tampa de esgotos no canto norte do muro (exterior do cemitério) e a água passa por cima e dirige-se para a sarjeta.

Entrada do Cemitério Municipal (Novo) e que está ao abandono.Porquê?Para quê?



A vala vem desaguar nos arbustos e depois espalha-se à volta do cemitério, escoa-se nas terras, entra outra parte nas sarjetas...


É URGENTE TOMAR MEDIDAS PARA NÃO SE DEGRADAR AINDA MAIS O PATRIMÓNIO MUNICIPAL...


No dia em que na reunião da Assembleia Municipal se debateu a questão do alargamento do velho cemitério ou o inicío do uso do novo, já havia uma valeta de água a deitar para as traseiras do cemitério municipal.
As fotos tiradas ao local por um funcionário da autarquia deviam servir para o executivo da câmara não negligenciar o facto e não, com elas tentou-se sim sensibilizar a decisão dos membros da Assembleia para aprovarem o desejo do Presidente de alargar o velho cemitério já esgotado, quando o que deveria ter mandado fazer era desviar as águas que escorrem por uma valeta que esbate nas paredes do novo cemitério e vai degrando os muros do cemitério novo.
Grave é que quando se tem um bom espaço para enterrar os defuntos e, por isso, se devia concluir as obras e no minimo evitar o desmoranar do património público o que se vê? Continua a água, que nos pareceu ser também água de esgotos, a encharcar as traseiras do cemitério.
As fotos que a reportagem de o Arauto de CA colheu no local são bem elucidativas de que alguém já devia ter pelo menos desviado as águas e há um mês que elas correm pestilentas .É urgente que se preserve o património, se concluam as obras.
O chão do Cemitério Municipal é já por si um lugar sagrado, gastaram-se ali mais de 200 mil euros e os acessos para o local são bons e o que é pena, é a zona envolvente ainda não estar devidamente drenada e a terra interior remexida com cal e as obras por concluir por falência do construtor.É preciso fazer algo e já....alargar o velho não é a solução mas concluir as obras do novo e inaugurá-lo com a dignidade que aquele chão merece.
Não se pode perder mais tempo.É um crime a nosso ver o que está acontecer com o Cemitério Municipal. A Câmara Municipal embora possa ainda não estar na posse da obra mas pelo menos tem o dever de evitar que a zona circundante se torne um lameiro, desviando as águas. No canto esquerdo norte do cemitério está ali uma tampa que nos pareceu de esgostos...a água vem de cima do campo lavrado e vem escorrer junto aos arbustos perto da estrada para Luzelos, e sai junto aos tubos pretos e espalha-se livremente para a zona das paredes.
O Arauto de CA defende que quanto antes as obras do cemitério novo se concluam porque o que está acontecer com a degradação do espaço e da obra é um verdadeiro crime contra o património municipal e um sinal de grosseira negligência.



Interior do Cemitério, sem água nenhuma...


Lugar onde se encontram os tubos pretos e a água quase jorra...vinda de cima (exterior do cemitério).

A água que ladeia uma das paredes do cemitério, no exterior e vem desaguar numa boca de sarjeta .

Os tubos e a água pestilenta...



Valeta que recolhe toda as águas do campo coberto de gestas e não só (no alto fica a Zona Indústrial) e que vai sair nos locais que as fotos anteriores e a seguinte mostram...

Água acastanhada que escorre da valeta e se precipita para uma sarjeta, na estrada que dá para a porta principal do Cemitério.












sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Bom Fim de Semana

jms

A cidade de Bragança espera por si...muitos motivos de interesse. Aqui as pombinhas deliciam-se na relva dos jardins em frente ao tribunal na Praça Cavaleiro Ferreira...

jms

Se andar por Bragança, contemple a exposição de pintura de Rita Pinto, no Café Gooal Kipper. Este quadro em acrilico sobre tela, 1,20x1m, Avatar, Escorrimento, faz parte de um conjunto de quadros que ali podem ser apreciados...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Futebol

I Divisão Distrital AFVR
P J V E D Gm Gs
1 Vilarinho FC 30 15 8 6 1 26 11
2 Gache 29 14 9 2 3 25 13
3 Sabroso 27 14 8 3 3 30 18
4 Salto 25 14 7 4 3 28 16
5 Fontelas 25 14 8 1 5 26 23
6 Vilar de Perdizes 24 14 7 3 4 18 10
7 A Colmeia 19 13 5 4 4 19 17
8 Noura 17 14 5 2 7 19 22
9 Fernão de Magalhães 16 15 3 7 5 22 22
10 Mateus 14 15 3 5 7 16 25
11 Barqueiros 13 15 3 4 8 19 33
12 GD Cerva 10 14 2 4 8 12 24
13 Terras Montenegro 6 15 1 3 11 8 34
próxima jornada
Fontelas – A Colmeia / Mateus — Vilarinho FC / Vilar de
Perdizes — Sabroso / Gache — Fernão de Magalhães / Terras
de Montenegro — Noura / Barqueiros – GD Cerva
Salto – Fontelas 5-0 / A Colmeia — Mateus 2-0 / Vilarinho
FC — Vilar de Perdizes 0-2 / Sabroso — Gache 2-1 /
Fernão de Magalhães — Terras de Montenegro 3-0 / Noura
– Barqueiros 5-0


Divisão de Honra AF Bragança
P J V E D Gm Gs
1 Argozelo 34 13 11 1 1 34 8
2 Rebordelo 33 13 11 0 2 29 10
3 FC Vinhais 26 13 8 2 3 39 15
4 Vila Flor 26 13 8 2 3 27 15
5 Talhas 23 13 7 2 4 33 17
6 Mirandês 23 12 7 2 3 23 12
7 Mogadourense 22 13 6 4 3 34 24
8 Sendim 16 13 4 4 5 15 20
9 Alfandeguense 16 12 5 1 6 22 24
10 Carção 11 12 2 5 5 12 19
11 Vimioso 8 12 2 2 8 13 26
12 GD Poiares 5 12 1 2 9 16 41
13 GD Milhão 4 12 1 1 10 11 50
14 CCR Lamas 2 13 0 2 11 6 33
próxima jornada
Mirandês – Mogadourense / Vila Flor — Rebordelo / Argozelo
— GD Milhão / Alfandeguense — Carção / CCR Lamas — Talhas
/ GD Poiares — Vimioso / FC Vinhais — Sendim

Editorial do Mensageiro Notícias (4.2.2010)

"Rua da
República


Muitos evocaram as lições desoladoras
da primeira República, nomeadamente
em relação à Igreja.
Mas também há muitos traumas
clericais lembrados apenas de bens
e privilégios perdidos
A República desceu à rua. Ou
todas as crónicas do reino vão dar
à Rua da República. Já compreendemos
que não falta quem dela se
apodere para dizer tudo o que já
pensava. Já não me lembro bem dos
que mal se lembravam daquele 5
de Outubro de 1910 - como muitos,
hoje, do 25 de Abril têm uma
imagem ténue. Lembro-me dum
velhote que dizia não se tratar de
nenhum regime mas apenas de
uma forma de estarem contra a
monarquia, a Igreja e a tradição.
Havia manifestos, pasquins, comícios.
Factos houve, como as comemorações
da morte de Camões e o
ultimato inglês, que foram aquecendo
os ânimos para a estocada
final na monarquia. Que, também
se acrescenta, andava de péssima
saúde e deixou saudades a muito
poucos. São as turbulências da
história.
A República, um facto, muitas
leituras. Mas um acontecimento
que marcou a nossa história do
século XX e não nos é indiferente
cem anos depois. Dá-se agora uma
espécie de correria para cada corrente
de leitura chegar primeiro
à interpretação ortodoxa que defenderá
como única e definitiva.
Muitas vezes trabalhando a história
à sua maneira e encaixando-a
na ideologia já instalada. Assim,
não haverá interpretação dos factos,
mas o seu tratamento voltado
para uma direcção pré-definida.
Distorcida e estreita.
Do todo, algumas notas irão marcar
as comemorações com alguns
slogans que já estão, em trova, no
vento: a lídima república contra a
obscura monarquia; a revolta contra
o conformismo do irremediável; o
laicismo iluminado contra a Igreja
retrógrada; a liberdade contra todas
as opressões. E muitos ficarão
por aqui, esquecendo atrocidades
e roubos que em nome da liberdade
se fizeram, os erros políticos, de
palmatória que levaram o país a
cair benignamente nos braços do
28 de Maio.
Mas a história não se faz sem sobressaltos.
E importa por isso descobrir
as mudanças radicais que, a
bem ou a mal, se introduziram no
nosso país. Diríamos hoje simplesmente:
uma estrondosa mudança
cultural. Nos pós 25 de Abril muitos
evocaram as lições desoladoras da
primeira República, nomeadamente
em relação à Igreja. Mas também
há muitos traumas clericais lembrados
apenas de bens e privilégios
perdidos. Urge, por isso, uma grande
humildade e liberdade para ler
correctamente a história. E com
ela sempre aprender.
E actualizar uma lição para todos
nós, cidadãos, profissionais da política,
governantes e governados deste
decénio: o momento que vivemos,
nem monárquico nem republicano,
é de alguma ansiedade face a
muitos riscos que nos ameaçam
perante a Europa, o mundo e nós
próprios. O espectáculo do orçamento
de Estado, e da previsível
evolução da economia dão-nos a
imagem dos caminhos tortuosos que
temos a percorrer. Tão complexos
como os tempos que se seguiram à
implantação da República e ao 25
de Abril, com tantos escolhos na
área social, pedagógica, familiar,
institucional, religiosa, em clima
de insegurança, desemprego, com
números ínfimos de crescimento
económico, e a certeza triste duma
crise que - terá fim - mas deixará
pelo caminho muitas vítimas entre
as quais os próprios construtores
do futuro que são os jovens.
É bom celebrar a história. Desde
que se procure compreendê-la e
aprender as lições que nos deixa. Seria
muito bom celebrar a República
de forma a mobilizar-nos com mais
uma dura lição da história. "
António Rego,
Agência Ecclesia

Maravilhas Naturais de Trás-os-Montes

"Os "maravilhosos" candidatos

Região com um total de 19 candidaturas às "7 Maravilhas Naturais de Portugal"

Depois das Maravilhas do Mundo,
de Portugal e das Maravilhas
de Origem Portuguesa no Mundo,
chegou a vez de eleger as “7 Maravilhas
Naturais de Portugal”. A
concurso encontram-se 323 candidaturas
e Vila Real assume-se
como um dos distritos com mais
candidatas, ao levar a concurso
dez maravilhas naturais. O distrito
de Bragança apresentou nove, a
maioria candidaturas do concelho
de Freixo de Espada à Cinta, com
um total de seis.
As categorias são as zonas protegidas,
aquáticas não-marinhas, marinhas,
as praias e falésias, os grandes
relevos, as florestas e matas e ainda
as grutas e cavernas.
No distrito de Bragança foram
seleccionadas as candidaturas do
miradouro do Penedo Durão, Arribas
do Douro das Escavadas ao
Carrascalinho, o Candedo, a Fraga
do Gato, o Cavalinho de Mazouco
e Muro da Abalona, apresentadas
pelo município de Freixo de Espada
à Cinta.
Macedo de Cavaleiros apresentou
a Albufeira do Azibo e Vinhais o
Parque Natural de Montesinho. Foi
ainda apresentada uma candidatura
multiconcelhos para o Douro Internacional
e Vale do Douro, ambas
seleccionadas para serem “Maravilha
Natural de Portugal”. Estas candidaturas
estão distribuídas pelas
várias categorias.
O Parque Natural do Alvão, espalhado
pelos concelhos de Vila Real
e Mondim de Basto, as Fisgas de
Ermelo, no concelho mondinense,
também vão a concurso, tal como
o Rio Poio, em Ribeira de Pena, e
São Leonardo de Galafura, em Peso
da Régua.
A Queda de Água “Cai d’Alto”, no
município ribeira-penense, e o Rio
Douro, em Peso da Régua, a Serra
do Larouco, em Montalegre, a Pedra
Bolideira, em Chaves, as Encostas
do Lugar da Veiga da Cumieira,
em Santa Marta de Penaguião, e o
Monte Sra. da Graça, em Mondim
de Basto, são as restantes candidaturas
neste distrito.
A próxima fase do projecto consiste
na criação de um painel de 77
especialistas, para chegar a uma lista
de 77 locais naturais pré-finalistas.
Posteriormente, 21 “personalidades”
do nosso país irão escolher as
21 Maravilhas finalistas que serão
apresentadas para votação pública a
7 de Março de 2010. Na lista final,
têm que estar presentes, no mínimo,
um candidato de cada região do
País. A decisão final caberá ao público
português que será o júri e no dia
sete de Setembro serão divulgados
os resultados das “7 Maravilhas Naturais
de Portugal”. É, portanto, o
“público” destes concursos, “o mesmo
que “elegeu” Salazar, provavelmente,
e elege o “ídolo pop”, que irá
escolher “As Maravilhas”, que são
sete, segundo o Mundo Antigo.
O evento conta com a organização
da New 7 Wonders Portugal
em parceria institucional com o
Ministério do Ambiente, Instituto
da Conservação da Natureza e da
Biodiversidade (ICNB), Liga para
a Protecção do Ambiente (LPN),
Quercus, GEOTA e National Geographic
Portugal, entidades que,
com esta eleição, muito vão contribuir
para a divulgação do património
natural português.
Sara Carvalho/
Ana Preto
Fonte:Mensageiro Notícias