sábado, 3 de julho de 2010

III Curso de Direito e Interioridade

Terminou hoje em Bragança, o III Curso de Direito e Interioridade, promovido pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e realizado ao abrigo do Protocolo com a Câmara Municipal de Bragança. O evento decorreu no Forum Teatro Municipal.
Vai ser criado em Lisboa/Bragança um Observatório de Direito e Interioridade e o Curso vai ser transformado numa Pós-Graduação. Duas decisões que culminam no final deste ciclo de três anos. Um curso de alto nível, como os anteriores, que este ano se virou mais para as autarquias locais.
Parabéns a quem como eu frequentou o Curso e à Câmara e à Faculdade de Lisboa que o possibilitaram porque quem ganha é a região porque Lisboa, Coimbra e o Porto não são já aí.
Jms

domingo, 27 de junho de 2010

Programa do 29.º Aniversário da Associação Cultural e Desportiva de Zedes

Sede da Associação


Alunos da Escola de Música na sua 1.ª apresentação pública







1º GRANDE TORNEIO DA SUECA
EM ZEDES
( CARRAZEDA DE ANSIÃES)



Integrado nas Comemorações do
29.º ANIVERSÁRIO da ASSOCIAÇÃO




Dia 18 de Julho de 2010



Início: 15 Horas, na Sede da ACDZ.
Prémios: - 1.º - Dois Presuntos
2.º - Dois Bacalhaus
3.º - 2 Almoços
4.º - 2 livros
Inscrições (15 Zedes, por equipa) na Sede, todos os dias das 21h às 22H e no local do Torneio até às 14h30m



NOTA:

1-NO FINAL DO TORNEIO, SERÁ OFERECIDO UMA GRELHADA, PÃO E VINHO A TODOS OS PARTICIPANTES.

2- OS PRÉMIOS SERÃO ENTREGUES NO DIA 25 DE JULHO DE 2010 DURANTE OS FESTEJOS DO ANIVERSÁRIO DA ACDZ.

ESTE TORNEIO CONTA COM A COLABORAÇÃO DE:


* MODELO - Bragança

* Restaurante O Careca (Carrazeda de Ansiães)


29.º ANIVERSÁRIO DA ACD DE ZEDES
(CARRAZEDA DE ANSIÃES)
Dia 25 de Julho de 2010





PROGRAMA




14.30 - Missa em Memória dos Sócios Falecidos e em Acção de Graças por mais um Aniversário da Associação.




15.30 - Conferência pela Sr.ª Dr.ª Otília Lage, subordinada ao Tema “Ansiães na República”.




16.30 - Sessão de Música e Poesia pelos alunos da Escola de Música de Zedes.




17.30 – Lanche Partilhado / Convívio de Aniversário, seguido de Baile à Moda Antiga.

- Participe, colabore e venha conviver e leve algo para partilhar -

Colaboração: * Junta de Freguesia de Zedes * Escola de Música de Zedes * Pároco de Zedes e *População de Zedes






Organização: Associação Cultural e Desportiva de Zedes



A tradição de S.João cumpriu-se em Zedes

Vários sócios deram largas ao ânimo e juntaram-se, no dia 26 de Junho, ontem, junto da Sede da ACD de Zedes para celebrar o S.João. O Néne, Vice-Presidente da colectividade e que não está nas fotos do AA, e o Zé Lopes, vogal, deram alma a mais um momento de convívio. O Presidente João Manuel Sampaio também esteve presente e levou o vinho para ajudar a "empurrar" o pão e as boas sardinhas que foram servidas. Não faltou a presença de um casal de ilusionistas que arriscaram, apesar dos pingos de água que caíam do céu, em montar a sua tenda e mostrar a sua arte aos presentes.
A tradição cumpriu-se, pena é que a aldeia não tenha a população de outrora e que não haja mais união entre todos e que haja sempre alguns a negativar o esforço de outros.
No entanto a festa animou-se e prolongou-se noite a dentro, segundo apurou o Arauto de CA. Valeu a pena a iniciativa e os elementos activos da direcção não podem desanimar perante as contrariedades porque assim todos perdem, mesmo os que apenas sabem estar numa situação de crítica negativa permanente.














Lentamente os elementos mais activos da ACDZ vão dando vida à colectividade, abrindo todos os dias a Sede, local de encontro de sócios, e fazendo algumas actividades para gerar o convívio e assim combater o isolamento dos mais idosos e um certo individualismo que se entranhou também na localidade.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Levantemo-nos do Chão, e Lutemos pela Justiça e Democracia


Pela Filosofia

Dizia Saramago que hoje faleceu, que "...tudo acaba por acabar"! O Arauto de CA apresenta à sua familia as suas condolências.
A sua obra não acaba...
Recordámos aqui o que o escritor da Azinhaga do Ribatejo - Golegã, escreveu no livro da Fundação José Saramago, em que diz que é necessário «pensar».
- "Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de reflexão, que pode não ter um objectivo determinado como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar e parece-me que, sem ideias, não vamos a parte nenhuma»!
jms

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Tenham Tento...

"Proposta entregue na Assembleia da República

Deputadas do PS querem eliminar quatro feriados

"As deputadas do PS Teresa Venda e Maria do Rosário Carneiro entregaram, esta terça-feira, na Assembleia da República, um diploma que visa o fim de dois feriados religiosos e dois civis, a criação um outro a seguir ao Natal, juntamente com a programação do gozo de feriados à sexta ou à segunda-feira.

Por:L.M.N.


A notícia, avançada pela edição online 'Jornal de Negócios', salienta que a medida visa aproximar Portugal das 'economias mais atractivas e competitivas'.

De acordo com diário, as deputadas analisaram as economias europeias mais competitivas, procedendo depois a uma recomendação ao Governo com vista ao “desenvolvimento de um processo negocial, com as diferentes instituições e agentes envolvidos, que viabilize o consenso em torno de uma intervenção ao nível da reorganização do tempo de trabalho, designadamente o gozo dos dias de feriado nacional”.

Através da aprovação deste diploma, os actuas 14 feriados nacionais seriam reduzidos a 11, com a eliminação de quatro e a criação de um novo, este último a 26 de Dezembro, que seria denominado ‘Dia da Família’.

Teresa Venda e Maria do Rosário Carneiro dizem-se conscientes de que a sua proposta “mexe com tradições culturais ancestrais e suscita, para além das habituais reacções à mudança, outras de carácter religioso e civil” mas, ainda assim, são defensoras de que o Executivo deveria, anualmente, publicar um documento onde seria estabelecida a programação antecipada do gozo dos feriados, pontes e tolerâncias de ponto a conceder em cada ano civil.

Como compensação pela perda dos feriados, as socialistas pedem um “sério compromisso da classe empregadora em aceder no crescimento do salário mínimo nacional (...) com um progressivo aumento dos salários médios”.

O documento propostos pelas deputadas conclui que este “pode ser um meio de conseguirmos um maior compromisso dos trabalhadores com a sua empresa e, consequentemente, um maior ganho pessoal, com ganhos em competitividade, produtividade e riqueza”.


COMENTÁRIO MAIS VOTADO

"Ainda bem que há representantes do Povo que se preocupam com estas coisas no grave momento que o país atravessa!!! É, de facto, um grande contributo para a solução da crise retirar 4 feriados ao Zé Povinho... Ocupem-se a tratar de coisas sérias e dêem o exemplo !!! "

JOSE PORTO

Fonte:CORREIO DA MANHÃ

Nota: Também concordámos com José Porto, até parece que estámos numa situação insustentável por causa dos feriados e seu gozo... Tenham vergonha os políticos e deputados em particular, porque na sua acção está a razão da crise...e essa do feriado da família a 26 de Dezembro para contrariar o Dia da Família que se vive no Natal...

Esta das socialistas dizerem que - " Como compensação pela perda dos feriados, as socialistas pedem um “sério compromisso da classe empregadora em aceder no crescimento do salário mínimo nacional (...) com um progressivo aumento dos salários médios”-, esta é mesmo para desconfiar, é aquilo a que se chama dourar o ferro...

terça-feira, 8 de junho de 2010

In Pensar-ansiaes.blogspot.com

6 Junho 2010
Os Vilões e os Tinhosos


"Começo com este poema de Luís Pacheco

“ Como cães de festim, vis e rasteiros,
de cauda pertinaz batendo a mosca,
atordoam políticos rafeiros
a sã testa do povo, embora tosca.”

Foi um fartar vilanagem. E tudo se consentiu a pretexto da santa ignorância, da tradicional submissão ao poder, da cegueira endémica dos medrosos, da ancestral subjugação ao jugo.
Ainda constou recentemente que iria ser estimada a culpa dos que mais contribuíram para o “longa noite”. Houve quem garantisse que iria ser requerida umas sindicâncias às contas públicas. Mas já ninguém acredita que haja coragem para tanto. Afinal a culpa é de todos.
Como foi possível consentir-se tanta vilanagem!? Tanta pantominice!? Tanto desaforo!? Eu fui uma das testemunhas. Desempenhei mal o papel da criança que diz: “ o rei vai nu”. Ninguém acreditou. È por isso que não estou em paz comigo. Sou dos que não se conformam com a ideia de esquecer e absolver os principais culpados da “herança” que agora temos de suportar.
A jactância e a sobranceria atingiam tal desaforo que em muitas ocasiões, em vez de chorar, me apetecia rir às gargalhadas Quem não recorda o caricato do pagamento do aluguer de andores para fazer procissões!? Quem não se recorda do modo como se procedia aos concursos de admissão de pessoal!? Todos sabiam com antecedência a quem caberia a sorte. Uma vez até entrou um engenheiro que ainda não o era. Outra vez ainda tentaram concorrer para cargos da sua competência, deficientes físicos, sem sucesso. E aquela do funcionário, que era ao mesmo tempo decisor dos veículos a reparar e, cá fora, punha a sua empresa o fazer o serviço!? Uma vez dei-me conta que a proposta de reformulação do organigrama dos serviços da Câmara Municipal copiava a da Câmara Municipal de Beja. O esquema foi aprovado e temos assim um organigrama com a mesma hierarquia e funcionários de uma Câmara de cidade. Quem não se recorda das reformas compulsivas para se arranjar vagas para outros entrarem!?
A ronha, a matreirice a prepotência campearam, com a tolerância da grande maioria. È justo recordar aqui alguns, poucos, que tiveram a coragem de lutar contra o sistema e por isso foram renegados, sofreram a marginalização social e física. Eram os Tinhosos, aqueles com quem não convinha a associação, sob pena de conotação com estes. Eram os vermelhos, os comunistas, os lunáticos. Tive o grato prazer de conhecer e me tornar amigo de alguns. Assim pude conhecer a pureza dos seus ideais, e a nobreza dos seus princípios. Pude também testemunhar a sua condição de renegados quando os vi perder concursos, serem preteridos na prestação de trabalho, serem humilhados e menosprezados na sua disponibilidade para contribuir para a causa pública. Neste meu gesto de reconhecimento pessoal e para que fique o registo, recordo o nome de alguns da minha lembrança, estando muitos ainda vivos. O Senhor Adolfo do Amêdo a quem inclusive morreu um filho militar, na Guerra do Ultramar; O Senhor Pinheiro dos Pereiros; O Senhor Fernando Baltazar; O Senhor Victor Lopes; O Velho Senhor Rui Menezes Pimentel e posteriormente o filho; O Sr. Carlos Manuel Fernandes e antes o pai; O Doutor Orlando de Carvalho; Os Saudosos Alexandrino Rainha e Doutor Fernando Pereira, etc.
Num momento da nossa história em que a deriva da gestão pública nos aproxima agora da derrocada económica e financeira, que ao menos nos fique na recordação a luta inglória de alguns isolado, que acreditaram e lutaram por uma sociedade mais igual, menos discrepante e mais solidária."

Postado por Helder Carvalho em 18:05 9 comentários


Nota: Tinhosos há muitos e alguns até se pavoneiam por aqui e vilões não faltam...e muitos que a nivel local, aqui e no país, têm culpas gostam de retorquir de santinhos...

Movimento Cívico do Tua acusa ministro dos Transportes de "total desrespeito"

Ontem

O Movimento Cívico pela Linha do Tua acusou hoje, segunda-feira, o ministro dos Transportes de "total desrespeito" pelos habitantes do vale do Tua por ter faltado à audição, na Assembleia da República, sobre a ferrovia transmontana.

A reunião da Comissão Parlamentar de Obras Públicas para ouvir o ministro foi agendada por iniciativa do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) e estava marcada para sexta-feira, mas António Mendonça não compareceu.

O MCLT manifesta, em comunicado, "a sua indignação pela atitude de total desrespeito manifestada pelo ministro para com a Assembleia da República e, sobretudo para com os habitantes do vale do Tua, com a sua ausência inesperada".

O movimento questiona também a tentativa de o ministro se fazer substituir pelo secretário de Estado dos Transportes e a posição da deputada socialista e ex-secretária de Estado, Ana Paula Vitorino, que acusou os partidos da oposição de quererem fazer "chicana política e de não estarem interessados em ser esclarecidos ao rejeitarem a substituição".

"Se o secretário de Estado está tão a par da realidade das vias estreitas do Douro, o que se passou então no lamentável episódio de Abril último, em que manifestou total desconhecimento sobre a situação da linha do Corgo, enquanto recebia três autarcas trasmontanos servidos por esta via?", questionam os defensores da ferrovia.

Para o MCLT, "este tem sido o modus operandi deste e do anterior Governo, que tudo têm feito para se esquivarem a perguntas incómodas sobre um tema para o qual não conseguem arranjar nenhuma base de sustentação - a construção criminosa da barragem do Tua - agindo assim à margem da democracia e numa linha que se confunde de forma notável com a de uma qualquer ditadura".

A linha do Tua esta encerrada na maior parte da sua extensão há quase dois anos, desde o acidente de Agosto de 2008, o último de quatro acidentes com outras tantas vítimas mortais.

Entretanto recebeu "luz verde" a barragem de Foz Tua que vai submergir 16 quilómetros da via férrea.

De acordo com informações prestadas pela EDP à Lusa, a empresa deverá concluir ainda este mês a entrega de toda documentação exigida pela Declaração de Impacto Ambiental.

Uma das obrigações impostas é o estudo de mobilidade na zona afetada, incluindo a alternativa ferroviária que a EDP descarta apontando como alternativa à perda do comboio, as viagens de barco e de autocarro.

Toda a documentação apresentada pela EDP será analisada pela Agência Portuguesa do Ambiente e competirá ao Governo decidir se a barragem avança e a linha do Tua encerra ou não definitivamente.

O MCLT classifica de "indesculpáveis os atrasos em relação à linha" e responsabiliza o Governo pelos "avultados prejuízos que a situação está a causar à Câmara e ao Metro de Mirandela, que assegura o transporte na via ao serviço da CP.

"Têm suportado estoicamente custos motivados pela cobiça do Governo e da EDP por impedir ou dificultar ao máximo a deslocação diária de centenas de passageiros locais, e pelo decréscimo do número de turistas que se deslocam na Linha do Tua e do efeito que têm sobre o comércio da região", refere.

O movimento exorta os "responsáveis políticos a terem vergonha e sentido de honra e compromisso para com os cidadãos".

FONTE:JN.PT