sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Sábado:Desvendar dos Mistérios da Anta de Zedes

É já amanhã que todos os caminhos vão dar à aldeia de Zedes - Carrazeda de Ansiães, ao sítio da Casa da Moura - a Anta de Zedes - um local de observação astronómica...
Já andou em selos de correios, já milhares de pessoas a visitaram, e os antigos tinham por aquele chão um respeito digno de admiração...
Às sete, sim 7 horas da manhã, os mistérios vão começar a ser desvendados...apareçam.
Vão estar lá pessoas individuais, representantes da Associação Cultural e Desportiva de Zedes, da Liga dos Amigos da Anta, e gente interessada nestas coisa...
O Sr. padre Bernardo de Zedes é quem vai começar a desfiar o novelo dos enigmas...
PS. Sem ser esse o objectivo, é também, sem dúvida uma maneira de alertar o poder local para a necessária preservação daquele monumento que merecia a classificação clara de Monumento Nacional... RM

sábado, 17 de setembro de 2011

Os Enigmas da Anta - Casa da Moura - de ZEDES

O Sol a Meio da Tarde....



Foto exclusiva/João Manuel Sampaio

Dia 24 de Setembro de 2011, a Anta de Zedes, vai ser o local priviligiado para observar os astros, a natureza e tudo o mais que é desconhecido...vamos ouvir quem sabe, quem estuda, vamos aprender que tudo tem uma razão de ser...nada acontece por acaso...estejem atentos a mais novidades...jms

domingo, 24 de julho de 2011

ACDZEDES Celebrou 30 Anos



A Sala da Junta de freguesia de Zedes ficou composta. No final da Eucarisitia celebrabrada pelo Sr. Padre Bernardo os Professores José Mesquita e Hélder Rodrigues, falaram de temas interessantes, a Anta e os Imigrantes.


Na mesa da esquerda para a direita Prof. Hélder Rodrigues (orador), Dr.João M. Sampaio, Presidente da Assembleia Geral da ACDZ, Senhor Padre Bernardo (ilustre Zedense e convidado especial e Prof. José Mesquita (orador))


Todos foram unânimes em considerar que é necessário gerar estes momentos de cultura, desporto e recreio.


Trinta Anos que se tornaram em mais um novo marco para a vida da Associação.


E com a devida vénia do Pensar Ansiães aqui fazemos eco do texto do prof. José Mesquita com que brindou os que tiraram a tarde para festejar o aniversário da Associação.



UMA MOURA E UMA PEDRA À CABEÇA

– Uma viagem à Casa da Moura –


por Prof. José Alegre Mesquita


"Quantas vezes viajamos à roda do nosso quarto ou caminhamos num repetitivo trajecto, porque andar é um imperativo que se nos exige face à vida sedentária, ao aumento de peso, aos altos valores do colesterol e dos triglicerideos, palavras tão medonhas, como outrora eram o mau-olhado e as pragas. Abrenúncio! Há aquelas caminhadas colectivas com planificações rigorosas: apoio médico, forças de segurança… que roçam a genialidade do estudo programado e dedicado ao físico: os metros percorridos, o número de passadas, o total de calorias gastas e a quantidade de líquidos que devem ser ingeridos. Há aquelas outras que terminam com o estender do farnel recheado para partilhar à sombra e em ameno convívio e, valha-nos S. Gonçalo, repõem ainda mais calorias que as consumidas. E então não se hão de programar caminhadas para os olhos? Porque há tanto que ver, descobrir e aprender em trajectos à volta deste concelho tão imensamente rico em património oral, arqueológico, monumental e paisagístico.


Os que podem, viajam para as praias, ou se o orçamento permite, para umas férias tropicais, de preferência nas Caraíbas, para desfrutar de águas tépidas, tempo esplêndido, destinos inesquecíveis, em suma, verdadeiros paraísos naturais que resultam, em aventura e prazer, algumas picadas de mosquitos e uns distúrbios intestinais. Pois, bom proveito! Ficamos por aqui a concordar com Garrett: “tenho visto alguma coisa no mundo, e apontado alguma coisa do que vi. De todas quantas viagens porém fiz, as que mais me interessam sempre foram as viagens da minha terra”. Pegamos o bordão de romeiro e toca a peregrinar pelos caminhos da minha terra em busca de histórias para contar. Caminhemos então, ou pedalemos ou seguramos o volante, bem mais cómodo, o preguiçoso se confessa, e partamos à descoberta para conhecer, aprender e fantasiar.


Quem vem de Carrazeda a Zedes pode seguir o itinerário mais belo e mágico que conhecemos – o caminho da Casa da Moura, intercetado pela força do progresso que toma expressão nas modernas rodovias em que motor de explosão é rei e senhor em desfavor da ferrovia lenta, incómoda e ultrapassada e agora imolada à necessidade de mais energia, que é o mesmo que dizer, mealheiro de interesses que não são, com certeza, nossos e pouco ou nada nos dão em troca. Mas este é o fado que sempre carregamos: levam-nos os recursos naturais sem contrapartida visível. Quando puderem, levar-nos-ão também este ar sereno, saudável e puro, nem que seja engarrafado.


Saídos da terra das carraças, Pires Cabral o escreveu, mais uma tentativa para explicar vocábulo tão esquisito a estranhos, pois não era preciso esse incómodo. Daqui partidos, sem cara azeda, e com tempo de sobra porque nestas viagens de descoberta, há que ter hora para partir e não para regressar. Vamos de encontro às modernas rotundas, símbolos maiores da nossa modernidade, porque os dez conjuntos escultóricos da Miecal não são mais que, afiança a grande maioria, um conjunto de calhaus, um desperdício de dinheiros públicos, copiosamente adjectivados de impropérios que o decoro nos obriga a não proferir. Ao lado da saída poente de Carrazeda, a mais pujante obra do esforço privado dos carrazedenses, a zona oficinal e artesanal, que não chega para estancar o contínuo despovoamento do concelho.


Mais adiante, o resultado da guerra da indiferença e da marginalização, o bairro do Iraque. Aí poderemos perder a vontade de prosseguir se reflectirmos um pouco como os poderes públicos, têm votado um grupo de cidadãos ao abandono e à marginalidade. Não vai compensar apressarmos o passo, pedalar com mais vigor ou acelerar para queimar os pneus porque o fim do alcatrão está muito perto. Não vamos seguir pela terra batida pois esta é uma via sem saída e não daremos grandes voltas à cabeça para compreender que decorridos cerca de uma vintena de anos ainda não foi possível concluir esta malfadada variante.


Tomamos a direcção da Samorinha e se alguém tiver vontade de subir à Senhora da Graça, faça-o. Daí poderá encher o peito e vislumbrar uma das mais belas paisagens de Ansiães e contemplar grande parte do Reino a que Torga chamou Maravilhoso e concluir que “não é um panorama que os olhos contemplam: é um excesso de natureza”. Se houver jeito, deixe-se o verso brotar que há-de surgir poesia da boa. Siga até essa oriunda de Zamora, único local conhecido que tem uma Páscoa que não é festa móvel: aqui pode apreciar o Largo do Cruzeiro, uma jóia do espaço rural, com o granito a mostrar toda a plenitude, cenário convidativo ao lazer e ao desfrute da tarde em amena cavaqueira com quem sabe da vida de experiência feita, e agora, sem tempo ou de forma egoísta, armazenamos a sua sabedoria e os afectos em deprimentes lares de idosos ou deixamo-los na solidão das aldeias-fantasmas.


Logo à saída da povoação, ninguém olha para as feridas a céu aberto - as pedreiras no sopé ou naquela que fica voltada para a serra que agora mete mais medo porque fere de morte a bela paisagem. Feridas são também os incêndios que consomem mata e floresta, contribuindo para que, cada ano, se vão os recursos naturais perante a impotência geral. Agora para chegar à Casa da Moura, há que atravessar essa via que alguém chamou de estrada da justiça para com uma região do país que estava a ficar para trás e vai ser o investimento que definitivamente nos vai tirar do isolamento. É preciso um pouco de esforço para não rir.


Eis-nos chegados ao destino e ao mesmo tempo ponto de partida das nossas cogitações. Depois de ganhar fôlego e voltar costas a uma realidade pouco animadora, está na hora de contemplar uma construção invulgar e enigmática. Aí se levantam a cerca de dois metros de altura oito esteios graníticos (mais um que jaz partido) formando uma câmara encimada por uma laje a modos de uma mesa ou altar. Uma galeria larga e comprida virada a nascente aponta para o interior misterioso. Na face superior da mesa há nove covinhas dispostas, cinco delas, em duas linhas paralelas e dois sulcos que escorrem para o extremo dela. O abade de Baçal elucida que as covinhas são mais frequentes que os sulcos. E diz-nos que muitos autores as consideram símbolos religiosos, relacionados com o culto dos mortos, embora até hoje ninguém tenha explicado satisfatoriamente o seu significado.


O megalitismo, cuja expressão maior no Norte do país são as antas, está datado dos fins do quinto milénio até cerca de 2000 anos a.C. caracteriza-se por um conjunto de construções que, se pensa, serviu a prática de funerais colectivos. A descoberta de menires (pedra vertical fixada no solo) e cromeleques (menires em forma circular), antas e outros dólmenes com uma certa disposição no espaço, inscrições e gravuras rupestres permite admitir também que se realizavam cerimónias ligadas à magia dos astros, nomeadamente o sol e ao culto da fertilidade.


Conta a lenda que a pedra que lhe serve de cobertura foi transportada por uma moura que a trouxe lá do fundo da Cabreira, à cabeça, ao mesmo tempo que amparava no colo o seu filhinho.


Podíamos parar aqui, ao ver a incongruência cronológica, pois as datas da presença mourisca em Portugal e do período do megalítico são díspares em cerca de quatro milhares de anos. Não é isso que nos interessa. Uma lenda mistura a realidade e a fantasia - a referência aos mouros representa no ideário popular o período mais longínquo que se recorre para fazer alusões ao passado. O património oral, de que a lenda é um exemplo, é uma manifestação do génio criador do homem, está profundamente enraizado na tradição e história das comunidades locais e é por isso uma prova de identidade e especificidade que urge preservar para a diversidade e riqueza cultural do país. O povo como autor anónimo da tradição oral assegura assim um espaço na memória das gerações e possibilita a transmissão de valores e saberes. Este património por ser oral é imaterial e por isso efémero, daí a importância das recolhas, pois, para além de retratar as comunidades, permite conhecê-las melhor e preservar aspectos culturais que a mudança de hábitos sociais e a erosão do tempo podem perder.


Porém, a compilação do património oral não é suficiente para a sua preservação como se defendeu. As lendas, histórias e contos populares compilados e guardados em livros que ninguém lê, não são trabalhados em sala de aula, não são transmitidos às novas gerações… de nada valem. Elas têm de ser divulgados, lidos, recriados, e novamente transmitidos. Só assim se há-de respeitar a memória colectiva e justificar o trabalho de recolha.


As lendas da nossa terra têm várias referências a mouras encantadas. Esta é uma região que esteve sobre a influência árabe, foi reconquistada pelos cristãos, mas aqui ficaram em “encantamentos” a guardar ricos tesouros. Em geral, as mouras encantadas viveram e, ainda vivem, em rochedos, fontes, rios, poços, castelos, ruínas antigas, montes, cabeços, locais antigos, e sempre assinalam vestígios de civilizações extintas. No nosso concelho, o castelo de Ansiães, as antas, as casas senhoriais, os cruzeiros, as alminhas e outros dão azo a lendas e histórias que atestam a importância desses locais. O Abade apontava para a necessidade de inventariar tais lendas porque “constituem ponto seguro, onde os investigadores arqueológicos devem dirigir de preferência as suas pesquisas.”


As mouras encantadas estão frequentemente associadas a poderes miraculosos e artes mágicas. No Pé de Cabrito, termo de Zedes diz a lenda que há um buraco que vai sair a grande distância por baixo de terra e claro, era frequentado pela mouraria; no percurso encontrava-se um tesouro encantado que nunca ninguém ousou recolher. No Gorgolão, também termo de Zedes, a moura que toma a forma de serpente serve-se do pavor da moradora para fiar o ouro e só a intervenção divina, com um “Valha-me Deus” salva esta alma dos poderes encantatórias. Em Parambos, na Fonte Velha, de mil em mil anos, uma moura encantada aparece para encantar quem por ali passa; o sortudo puxa para os braços um fio de ouro saído de um buraco; até hoje ninguém conseguiu segurar todo o fio, sem dominar a ânsia de o partir, pois é nesse gesto que se quebra o encanto e tudo se reduz a pó. Em Campelos, no vale do Abade, uma outra moura encantada estendia figos, e apenas um caminhante teve a sorte de os meter ao bolso, que dele saíram libras de ouro; quem procurou a seguir, nada encontrou. No Pombal, a moura encantada, disfarçada de serpente continua à espera de mancebo para beijar e com ele casar. No poço do Mogo, vive acorrentada uma outra moura encantada, que ora é serpente, ou uma linda mulher. Em Marzagão, nos lugares das fontes de Verão, uma linda menina mourama aparece a trabalhar no tear e a cantar. Nas Areias, na noite de S. João aparecem mouras a estender cueirinhos de ouro. Há ainda mouras encantadas por muitos locais do concelho e onde a imaginação o quiser.


De onde virão estas lendas e histórias ligadas aos muçulmanos? Foi larga e feroz a batalha da reconquista, os árabes pela força das armas viram-se obrigados a largar as nossas terras porém deixaram lindas mouras encantadas em guarda aos seus tesouros. Ninguém até agora encontrou o ouro abandonado, mas muitos continuaram a porfiar na procura, revolvendo a terra e encontrando as riquezas que ela grata lhes devolvia: cereal, vinho, frutas… À maior parte mostrou-se parca e cruel para as suas vidas e desistiu de a cultivar, entrando sem medo, como nas lendas, em novos locais assombrados, que lhes deram as riquezas anunciadas, dinheiro suficiente para uma vida com toda a dignidade.


Voltando ao Abade de Baçal é bem possível que, na crença das mouras encantadas, subsistam vestígios do culto ao Genius Loci, divindade que tinha a seu cargo proteger os termos das povoações. Para desarreigar esta crença, a Igreja colocou as diversas freguesias e povos sob a invocação de um santo do seu calendário, padroeiro do lugar; por exemplo S. Gonçalo de Zedes. Fica mais claro que Zeides, Ceides ou Zaides está ali naqueles nove esteios encimados pala pedra que a moura transportou e continua vigilante e protectora da aldeia.


As lendas das mouras, bem como os contos populares têm sempre um carácter pedagógico porque nelas se descobre uma aprendizagem, uma lição. O grande percurso que a moura executa significará a dificuldade intrínseca para se atingir algo que valha a pena. O filho ao colo mostra-nos o que se considera o maior afecto humano, o amor maternal. A lenda do Gorgolão aponta para a fé em Deus que protege os crentes. A obrigatoriedade de dobar dos fios de ouro até ao fim mostra a necessidade de perseverança nos empreendimentos humanos. Os figos que se transformaram em libras de ouro indica o factor sorte em muitas das realizações do homem…


Uma moura e uma pedra à cabeça e pela mão o seu filho...


Não é um calhau mas uma pedra. Um calhau não tem utilidade, é palavra depreciativa. Uma pedra serve um propósito, faz sentido. Um calhau é aquele que está no chão, inútil, um entre muitos. O simples gesto de sobre ele nos curvamos adquire nobreza. Um calhau é a forma grotesca que emerge da terra, porém precisa do esforço, do engenho e da arte do homem para se tornar ferramenta, material ou artefacto e, transformar-se numa pedra e maravilha das maravilhas, até em esculturas que poucos parecem entender. Ao contrário do homem que oferece as costas ou os ombros ao peso que quer carregar, a mulher carregava o peso à cabeça e concorde-se, fá-lo com muito mais dignidade, pois caminha direita e altiva. Por isso, esta lenda é também uma homenagem à mulher: ao seu esforço e importância no lar; o seu amor, a sua dignidade e, acima de tudo, o papel ímpar que tem na sociedade rural.


Uma moura pega numa pedra de umas boas toneladas, carrega-a à cabeça numa percurso de uma légua para a colocar sobre esteios de pedra sobranceira a um belo povoado. Eis um acto extraordinário, por mais inverosímil que seja e pode transformar-se numa história mágica e extraordinária.
Em homenagem a meu pai recentemente falecido, um grande contador de história, poderia iniciar-se assim como ele o fazia:

Certa ocasião… Deixo o resto à Vossa imaginação que a minha pouco vale.

E assim termina a nossa viagem à Casa da Moura, mas pode ser que pegue no bordão de caminhante e parta para novas descobertas em outras viagens na minha terra. Na viatura da chamada modernidade que impõe a racionalização de custos e o consequente encerramento de serviços no interior e a falta de investimento público é que não embarco, porque isso, como refere Adriano Moreira, significa desistência face a uma parte do território nacional."

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Associação Cultural e Desportiva de Zedes Celebra amanhã 30 anos

Dia 23 de Julho, faz trinta anos que um grupo de zedenses, incluíndo a minha pessoa, fundaram a ACDZedes que agora com novos corpos gerentes procura dar novo ânimo às pessoas da aldeia que os viu nascer...
Um programa variado é oferecido a todos os sócios e a todos os que quiserem partilhar esta comemoração.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

OPOSIÇÃO ESPERA MAIS ACÇÃO E MENOS REACÇÃO

Vereadores do Movimento Independente Carrazeda Primeiro
Pela Verdade

"Declaração

Relativamente à existência de um abaixo assinado a favor do alargamento do cemitério velho , compete ao Sr. Presidente da Câmara dar-lhe o encaminhamento que entender.
Respeitamos todas as opiniões, mas lamentamos profundamente que não seja fornecida à população toda a informação baseada nos factos para que a população possa construir a sua opinião com base em factos reais, sem distorção da verdade, visando apenas a propaganda eleitoralista.
Fazer Política é desde tempos imemoriais um acto nobre. Fornecer à população, através de comunicado, todos as informações constantes no processo, só dignificaria a acção do Sr. Presidente.
De resto, é para nós deveras incompreensível que algumas forças políticas e outros agentes, que de forma tão célere e abnegada se movimentaram para criar ruído acerca dos cemitérios, tenham ficado completamente alheados relativamente ao encerramento do Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde. Estranha coincidência esta em que de forma tão determinada, aqueles que reivindicam a duplicação de gastos em cemitérios nada fazem para acautelar e defender as infra-estruturas de Suporte de Vida que no mesmo momento encerra e que tantos problemas acarretará, no futuro ,à população.
Lamentamos ainda, que tendo o Sr. Presidente reunido com a tutela, segundo relatos da Comunicação Social, nada tenha feito, nem sequer dado conhecimento aos Vereadores.
Reagir depois do acto consumado, enviando comunicados à posteriori, para dizer que se discorda é, uma vez mais, puro acto de propaganda eleitoralista, quase ofensivo da inteligência e clarividência da população.
Ao executivo em funções, porque detentor de toda a informação, pede-se mais acção e menos reacção!
Pela nossa parte, discordamos frontalmente quer do encerramen! to do SA P, quer da reacção tardia e falta de informação sobre um acto tão lesivo dos interesses da população.
Esperamos agora que o Sr. Presidente, conhecedor das fragilidades quer sociais quer económicas de uma grande parte da população do Concelho providencie, com as entidades competentes, os meios necessários a minorar a falta de protecção dos utentes.


Os Vereadores do Movimento Independente Carrazeda Primeiro

Olímpia Candeias e Marco Azervedo"

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Noite de Grandes Decisões em Zedes

Contas e data das eleições aprovadas

Realizou-se na Sexta-feira, dia 11, pelas 20h30m, na sede da Associação Cultural e Desportiva de Zedes (ACDZ), concelho de Carrazeda de Ansiães, uma reunião da Assembleia Geral, em que por unanimidade dos sócios presentes, foram aprovadas as contas de 2010 até ao dia 10 de Fevereiro de 2011.
Movimento ---------------------- 8.050.00€
Despesas ------------------------- 7.489.69€
Saldo Positivo: 560.31€
Os sócios presentes aprovaram ainda a data de 27 de Fevereiro de 2011, para a realização das eleições para o biénio de 2011/2012, e o regulamento eleitoral que consta de 4 pontos:
1- As listas devem ser entregues na sede da Associação Cultural e Desportiva de Zedes (ACDZ), até às 20 horas, do dia 25 de Fevereiro de 2011.
2- Só os sócios com as cotas pagas (em dia!) se podem candidatar ou votar.
3- O Acto Eleitoral para o Biénio 2011/2012, realiza-se das 15h as 17h 30m, do dia 27 de Fevereiro de 2011, na Sede da ACDZ.

4- A tomada de posse dos novos corpos directivos, terá lugar, às 18h 30m horas, do dia 27 de Fevereiro de 2011, na sede da ACDZ.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Assembleia Geral da ACD ZEDES

A ACD de Zedes leva a efeito uma reunião da AG no próximo dia 11 de Fevereiro de 2011, pelas 20 horas. Aprovação das contas de 2010 e marcação do novo acto eleitoral para o biénio de 2011/2012.